Geral

Campanha Beneficente Sonho de Natal: ajude-nos a ajudar

A campanha social é denominada Sonho de Natal. O Objetivo é arrecadar donativos, além de despertar espírito de solidariedade em todas as classes sociais e proporcionar eventos de qualidade para as classes marginalizadas.
Conto com sua ajuda para continuar realizando vários sonhos...

Att.

Fabricio Brito
Diretor Geral
Sonho de Natal
www.sonhosdenatal.com
(37)8827-2440

www.lexluthor.com.br
www.ganglex.com.br

 

 

Campanha Beneficente da Lex Luthor: Sonho de Natal

A campanha social é denominada Sonho de Natal. O Objetivo é arrecadar donativos, além de despertar espírito de solidariedade em todas as classes sociais e proporcionar eventos de qualidade para as classes marginalizadas.
 

Levar amor a quem precisa de amor...

Levar o pão a quem tem fome....

Levar a música a quem está triste...


E para isso melhor seria se as pessoas não esperassem somente as datas natalinas para se sensibilizar com o outro..

E é com essa intenção, que a equipe da campanha Sonho de Natal ,iniciará mais cedo seu trabalho nesse ano de 2010.

No ano de 2009 foram arrecadados: 10 TONELADAS DE ALIMENTOS E CENTENAS DE ROUPAS E BRINQUEDOS!

Contamos com todos vocês para que a semente da esperança de um mundo melhor seja lançada, e que os bons ventos as levem para um solo fértil, assim nosso frutos esse ano serão abundantes!!!!

O que impede o desenvolvimento humano não é a ignorância,mas a inércia!!!

Ajude você também centenas de famílias carentes!

Conto com sua ajuda para continuar realizando vários sonhos...

Contatos Sonho de Natal - Ano III
Fabricio Brito
(37)8827-2440
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Por: Anna Carolina de Oliveira
Assessoria de Comunicação

 

 

Massa de ar frio mantém temperatura baixa e ar seco em Minas

 
Uma massa de ar seco e frio, que está sobre a Região Sudeste do país desde segunda-feira, vai manter as temperaturas baixas e a umidade do ar em estado crítico em boa parte de Minas Gerais pelo menos até quinta-feira. Segundo o meteorologista do Centro de Climatologia TempoClima PUC/Minas, Afonso Souza, nos últimos dias a temperatura caiu em até 5 graus. A partir de quinta, o ar frio perde intensidade e a temperatura volta a subir. No entanto, o tempo continua seco. A umidade do ar nas regiões do Triângulo e Noroeste, por exemplo, pode chegar a níveis de deserto, entre 14% e 20%. Ainda de acordo com Afonso Souza, não há previsão de chuvas até o fim de semana. Na madrugada desta terça-feira, geou em boa parte do Sul do estado. As temperaturas mais baixas foram registradas em Maria da Fé com 0 graus , Caldas 0,9 graus, Monte Verde 5 graus e Passa Quatro com 7 graus. Em todas estas cidades a sensação térmica ficou abaixo de zero por causa do vento, que chegou até 40km/h. Em Belo Horizonte e região metropolitana, a temperatura média ficou em 11graus. Na capital, os termômetros chegaram a marcar 9,6 graus na madrugada e a máxima durante o dia deve ser de 23 graus.
 
Fonte: UAI
 

Pará registra quase dez vezes mais casos de gripe suína que o Amazonas

O número de casos confirmados de influenza A (H1N1) no Pará chega a 49, de acordo com a coordenação estadual de Vigilância em Saúde. O Estado lidera a lista de ocorrências da doença na região Norte. O segundo colocado nessa relação, o Amazonas, confirmou a ocorrência de seis casos.

A disparidade entre os números chama a atenção. Isso porque, além de estarem localizados na mesma região geográfica, Pará e Amazonas têm muitas semelhanças em relação às condições climáticas e aos hábitos da população, além de fluxo intenso de trânsito de pessoas entre seus territórios. Os dois Estados são, em termos de desenvolvimento e de contingente populacional, os maiores da Amazônia.

Na avaliação do diretor de imprensa e assuntos sociais do Sindicato dos Médicos do Pará, Luiz Sena, a disparidade entre a ocorrência de gripe A nesses Estados pode estar relacionada à insuficiência de orientação, em particular nos aeroportos do Pará. Para ele, ao reforçar as informações sobre o problema na sociedade, evita-se que infectados deixem de procurar ajuda médica necessária e precocemente. Além disso, Sena lembrou que o Pará tem apenas um hospital de referência para atendimento de casos da doença - o Universitário João de Barros Barreto -, sejam eles de nível moderado ou avançado.

"Só na região metropolitana de Belém vivem mais de 3 milhões de pessoas. Não é possível que apenas um hospital, que atende a todo tipo de caso de gripe, tenha condições de garantir a qualidade desejada ao atendimento", afirmou.

De acordo com a coordenadora de Vigilância em Saúde do Pará, Ana Helfer, todos os casos confirmados no Estado relacionam-se a pacientes que estiveram nos Estados Unidos, na Argentina, no Chile e em outras regiões brasileiras, sobretudo em Santa Catarina e São Paulo. Atualmente a Vigilância em Saúde do Pará acompanha 95 casos.

"A grande maioria desses casos teve manifestação de leve a moderada, que evoluiu muito bem na recuperação. Não temos nenhuma ocorrência de caso grave", informou Ana Helfer.

Para o infectologista e membro do Comitê Estadual de Prevenção e Controle da Influenza A no Amazonas, Marcelo Cordeiro, a diferença entre o número de casos entre os dois Estados está relacionada ao acesso a esses territórios. Ele disse que, apesar do índice elevado de casos confirmados, a região, de modo geral, não deve perder o foco principal de atenção que não é mais ter casos de gripe A e sim ter doentes graves.

"O acesso ao Amazonas está praticamente limitado a vias aéreas ou fluviais. No Pará, entram também as rodovias, que permitem uma circulação bem maior de pessoas, incluindo caminhoneiros que cruzam todo o país para a distribuição de cargas. Possivelmente esse é o fator que causa a diferença", acrescentou.

No Amazonas, o controle da doença está sendo feito por um comitê estadual. O grupo inclui profissionais de saúde que atuam nas redes municipal, estadual e privada, além de membros do Ministério Público. O comitê foi instalado no dia 26 de abril e, desde então, promove também ações em portos e aeroportos para repassar informações aos passageiros.

O diretor da Fundação em Vigilância em Saúde no Amazonas, Evandro Melo, afirmou que as condições geográficas neste momento também ajudam o Amazonas a ter menor incidência de gripe A. Ele observou que o Estado garante a ampliação do atendimento ao priorizar a hierarquização dos casos (casos moderados em unidades básicas e graves nas unidades de referência).

"O Amazonas tem menos portas de entrada que o Pará. Isso ajuda na eficácia das ações em território amazonense e dificulta a chegada do vírus por aqui. Agora estamos focados na preparação da rede de saúde para evitar óbitos por causa do problema", finalizou.